Avaliação de impacto das parcerias público privadas para educação: um estudo de caso para escolas de Belo Horizonte

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.24302/redes.v2ianais.5259

Resumen

Este artigo realizou uma avaliação de impacto das escolas de ensino fundamental do município de Belo Horizonte (BH) que foram construídas e são geridas na modalidade de Parceria Público-Privada (PPP), com o objetivo de avaliar o desempenho dos alunos oriundos dessas escolas e compará-los ao desempenho dos alunos das escolas de ensino fundamental convencionais, isto é, as escolas municipais tradicionais. Para atingir tal meta, utilizou-se como proxy para o desempenho as notas das disciplinas de língua portuguesa e matemática do exame do SAEB nos anos de 2017 e 2019. Os resultados foram heterogêneos e mostraram um modesto impacto positivo. No entanto, os achados sugerem que o desempenho superior dos alunos das escolas PPPs pode estar relacionado a melhor infraestrutura oferecida por essas escolas e, também, estão diretamente relacionados a um maior tempo de exposição ao tratamento, ou seja, que quanto maior o número de anos cursados, pelos alunos dentro de uma escola PPP, melhor é o desempenho deles.

Palavras–chave: parcerias público privadas (PPPs); educação; infraestrutura.

Biografía del autor/a

Kelly Fabiane de Farias Simões Arpino, Universidade Federal de Pelotas

Doutora no Programa de Pós-Graduação em Organizações e Mercados (PPGOM) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Professora substituta da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Rio Grande do Sul. Brasil.

Rodrigo Nobre Fernandez, Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)

Professor Associado e Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Organizações e Mercados (PPGOM) da Universidade Federal de Pelotas. Rio Grande do Sul. Brasil.

Publicado

2025-03-20

Cómo citar

Arpino, K. F. de F. S., & Fernandez, R. N. (2025). Avaliação de impacto das parcerias público privadas para educação: um estudo de caso para escolas de Belo Horizonte. Revista Educação E Saber – REdeS, 2(anais), 789–798. https://doi.org/10.24302/redes.v2ianais.5259