Instrumentos de gestão ambiental: uma análise das possibilidades em unidades de conservação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24302/redes.v2ianais.5168

Resumo

A institucionalização do Sistema Nacional de Unidades de conservação (SNUC) na política ambiental brasileira representou um marco importante na gestão e implementação de Unidades de Conservação (UC). No entanto, mais de 20 anos após sua criação, o SNUC ainda enfrenta diversos desafios no processo de gestão, especialmente porque estas áreas possuem suas particularidades e limitações, que podem variar de acordo com a sua categoria de manejo e o nível de gestão. Diante dessa perspectiva, existem diversas ferramentas que auxiliam no processo de gestão ambiental das UCs. Em contexto brasileiro se destaca a aplicação de duas ferramentas pelos órgãos ambientais: o método de Avaliação Rápida e Priorização da Gestão de Unidades de Conservação (RAPPAM) e o Sistema de análise e monitoramento de Gestão (SAMGE).  Logo, o presente estudo tem o objetivo de analisar os dois instrumentos frente ao processo de gestão ambiental das UCs através de uma metodologia qualitativa e revisão de literatura, promovendo uma discussão sobre suas aplicabilidades e fragilidades junto ao comprometimento político com a conservação dos recursos naturais e a biodiversidade, relacionando a efetividade das UCs para a manutenção do meio ambiente - físico, biológico e social. 

Palavras–chave: gestão ambiental; política ambiental; unidades de conservação.

Biografia do Autor

Alanda de Oliveira, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Mestranda em Engenharia Ambiental: Análise e Tecnologia Ambiental. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UTFPR, Paraná. Brasil.

Rodrigo Lingnau, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Doutor em Zoologia. Professor associado, nível 3, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Francisco Beltrão. Paraná. Brasil.

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Publicado

2025-03-20

Como Citar

Oliveira, A. de, & Lingnau, R. (2025). Instrumentos de gestão ambiental: uma análise das possibilidades em unidades de conservação. Revista Educação E Saber – REdeS, 2(anais), 553–564. https://doi.org/10.24302/redes.v2ianais.5168