Medicina um ator privilegiado?
DOI:
https://doi.org/10.24302/prof.v9.4036Resumo
Pensar sobre a ciência médica em um universo de implicações humanas, sociais e politicas sob o olhar filosófico, implica em perceber as relações de poder. Ao encontrá-las, encontra-se, também filósofos como Deleuze e Foucault, que de forma tão aberrante, revelaram a realidade da doença, e nela toda a engrenagem de um mundo que se apoderou da vida. Biopoder e biopotência, duas forças expressas na máquina abstrata, fruto da leitura de Deleuze sobre o diagrama de forças de Foucault. Aspectos atuais são abordados quanto à medicina, e todos confluem para o mesmo ponto: as infinitas possibilidades de invenção frente a uma concepção de potência do corpo, quando este é entendido, além do seu limite espacial, em seu contexto das relações, em uma biopolitica que não suporta mais ser calada.
Palavras-Chave: Saúde. Filosofia. Medicina.
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